22 de abr. de 2017

A GUARDA

PATRIMONIO

Alguns interrogantes colocados relativamente às fortificações




ENCONTROS  POLIORCETICOS   

 Encontros Poliorcéticos é testemunha do interesse crescente que suscita a temática das fortificações no Baixo Minho. Isso é bom sinal e prova dada de que há muito trabalho pela frente; trabalho que abrange todas as camadas sociais, muitos estamentos e instituições e as necessárias premências a implementar en quanto à preservação e conservação legal dos enclaves. Em toda a Europa a palavra FORTIFICAÇÂO  inspira sentimentos de respeito e comparticipação, acções comuns e História compartilhada. 

 A saudação positiva de iniciativas de toda natureza que visem valorizar estes conjuntos ligados ao Turismo Militar, não impede de tecer uma crítica necessária acerca do rumo que algumas delas estão a tomar. Por exemplo, as dotadas de sesgo ideológico, as carentes de natureza poliorcética ou as sujeitas a servidões urbanísticas. De entre elas, salientar essa negativa evolução que está a registar a Fortaleza de Sta. Cruz quanto ao seu definitivo andamento (mais de 9 meses de autêntico estancamento sazonal) bem como a sua falta de projeto de gestão. A sazonalidade converteu-se no seu grande inimigo, para além da sua errada inclusão na chamada Rede de Museus, medida que resulta aliás perfeitamente descambada. 


 Encontros Poliorcéticos acha que a História não tem ideologia. Mesmo mais além das crónicas oficiais, sempre há uma verdade a salvaguardar, a dos factos. Os factos não têm cor política, nem  podem ser interpretados ligeiramente. Os factos não viram de casaca, nem piscam os olhos a um ou outro bando. Xoan Fernández Carneiro suspreendeu muitos com o seu trabalho sobre os Conflictos Bélicos (até aos mais embrenhados), mas não existe nemhum protogaleguismo na Guerra de Aclamação portuguesa, diga-se de passagem. No entanto, folgamos em saber da sua atividade e das suas palestras. 

 Os supostos poliorcéticos são um “sine qua nom”, uma amálgama unificadora sem fissuras. Os suplementos ou aditivos de natureza cultural tem que ver-se sujeitos aos passos indicadores do Turismo Militar, sobrados de conteúdos e argumentos. Há muitas maneiras de distorcer um emprazamento militar ao longo dos anos (castração espacial, normativas urbanísticas, simbiose com “emplastros” culturais,…). Mais ainda, se não sentindo preceitos inócuos, neutrais; se não respeitando assim a envolvência da História.

CULTURA

O Centro de Investigación Forestal de Lourizán homenaxea ao botánico pai Merino no centenario do seu pasamento 

A entidade dependente da Consellería do Medio Rural organizou un seminario sobre esta figura para recoñecer a súa contribución ao acervo floral galego  

A xornada terá lugar o vindeiro martes na Escola de Enxeñaría Forestal de Pontevedra cun relatorio a cargo do xefe do departamento de Ecosistemas Forestais de Lourizán 



Infogauda / Pontevedra

 A Escola de Enxeñaría Forestal de Pontevedra acollerá o vindeiro martes, día 25 de abril, o seminario “O pai Merino e a flora de Galicia”, organizado polo Centro de Investigación Forestal de Lourizán. O relator será Francisco Silva Pando, xefe do departamento de Ecosistemas Forestais deste centro dependente da Consellería do Medio Rural.

 Esta xornada celébrase con motivo do 100 aniversario do falecemento do pai xesuíta Baltasar Merino, brillante botánico burgalés afincado en Galicia, que faleceu en 1917. Súa é unha das maiores compilacións de plantas realizada nunca na nosa comunidade, o chamado herbario Merino, que reúne miles de variedades, cuns 12.000 pregos en total.
 En 1945 o herbario Merino é cedido ao Centro de Investigación de Lourizán, aínda que unha parte trasládase á Facultade de Bioloxía de Santiago. O labor do pai Merino foi de gran importancia para o coñecemento da flora galega. A súa achega contribúe a fornecer o herbario de Lourizán, que inclúe en total uns 80.000 pregos de plantas, outros 15.000 de fungos e 5.000 de insectos. 

O ROSAL

MÚSICA
Sede 2018 confirmada: O Rosal!



Banda Sinfónica Infantil e Xuvenil de Galicia 


 O proxecto do Plan Nacional de Bandas de Música en Galicia, a través da Banda Sinfónica Infantil de Galicia (BSIG) e da Banda Sinfónica Xuvenil de Galicia (BSXG), consolídase. Coa candidatura seleccionada da Agrupación Musical de O Rosal para o 2018 a xerencia da BSIG/BSXG poderá planificar o encontro con ano e medio de prazo ata a súa celebración. Para o 2018 as sedes das Bandas xa pasarán polas 4 provincias (Ortigueira, Lugo, Allariz, O Rosal), facendo así un proxecto musical e educativo o máis representativo posible.   

 No mes de setembro abrirase o prazo para albergar as sedes das bandas no periodo 2018 (unha sede) e 2019 (dúas sedes).

O ROSAL

INSPECCIÓNS DE EQUIPOS DE APLICACIÓN DE PRODUCTOS FITOSANITARIOS 

O vindeiro 27 de abril en horario de mañá, no pavillón municipal do Rosal



Infogauda / O Rosal

 O Concello do Rosal avisa que o vindeiro 27 de abril inspeccións de equipos de aplicación de productos fitosanitarios, en horario de mañá no pavillón municipal do Rosal. Os interesados deberán solicitar cita nas oficinas do concello.

CAMINHA

CÂMARA DE CAMINHA VAI EXECUTAR EMPREITADA FLORESTAL DE MEIO MILHÃO DE EUROS NA DEFESA DA FLORESTA DO CONCELHO

Aprovada candidatura de Rede de Defesa da Floresta Contra Incêndios do Concelho de Caminha


Infogauda / Caminha

 O Município de Caminha conseguiu para o concelho meio milhão de euros para a defesa da floresta contra incêndios com a aprovação da candidatura de execução de Rede de Defesa da Floresta Contra Incêndios do Concelho de Caminha, orçada em €577.098,92 e financiada pelo POSEUR. Esta empreitada florestal prevê a instalação de rede primária e rede secundária em várias freguesias do concelho, numa área de 312,52 hectares.   

 Com a presente operação pretende-se executar rede de faixas de gestão de combustíveis – primária e secundária – planeadas em sede de PMDFCI, com uma abrangência municipal com vista à minimização dos efeitos da passagem dos incêndios florestais. Assim, pretende-se: aumentar a resiliência do território florestal ao risco de incêndio florestal; diminuir a área percorrida por grandes incêndios florestais; criar oportunidades de apoio ao combate a eventuais incêndios florestais; alterar o regime de fogo do concelho e, ainda a recuperação silvopastoril do território, que se reveste de enorme importância para as populações de montanha.   

 Esta empreitada florestal visa executar a instalação de 89, 49 ha de Rede Primária de faixas de gestão de combustível e 223,45ha de rede secundária em terrenos baldios e da propriedade das juntas de freguesia. As freguesias abrangidas são: freguesia de Arga (Arga de São João, Arga de Cima e Arga de Baixo), Lanhelas, Seixas, Vilar de Mouros, Argela, Dem, freguesia de Gondar e Orbacém, Riba de Âncora, Âncora, Azevedo, Vilarelho e Vila Praia de Âncora.  

 As intervenções a realizar consistem na execução de trabalhos florestais de corte e controlo do estrato arbustivo e herbáceo; corte e desbaste de povoamentos florestais para correção de densidades, desramações e podas, acordoamento e trituração de despojos e controlo/erradicação de espécies infestantes, caso da hakea e da acacia dealbata, de modo a evitar a propagação de incêndios florestais e para reforçar as condições de segurança das forças de combate.   

 Esta candidatura foi submetida e aprovada no âmbito do Concurso POSEUR – 10 – 12 - 2016 – do Programa Operacional da Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos, com o eixo prioritário promover a adaptação às alterações climáticas e a prevenção e gestão de riscos.

TURISMO

Carmela Silva fai balance da mellor Semana Santa dos últimos anos, cunha ocupación hoteleira provincial do 85,59% 

A presidenta da Deputación de Pontevedra asegura que os datos recollidos por Turismo Rías Baixas son iguais que os do verán pasado e case 16 puntos por riba que os acadados na Semana Santa do 2016  

A presidenta da Deputación de Pontevedra, Carmela Silva
Foto. D. P.

Infogauda / Pontevedra

 A presidenta da Deputación de Pontevedra, Carmela Silva, fixo balance dos resultados de ocupación hoteleira da pasada Semana Santa, "a mellor dos últimos sete anos".  Os datos adiantados antes do comezo da Semana Santa por Turismo Rías Baixas estimaban, "de forma prudente" – tal e como asegurou Silva-,  que durante a Semana Santa a ocupación se situaría no 70% nas Rías Baixas. "O certo é que superamos a cifra con creces – subliñou a presidenta   – xa que falamos dunha ocupación provincial do 85,59%, similar á do pasado verán cando tivemos unha media do 85,6%, e superando en case 16 puntos a acadada na Semana Santa do 2016".  Amais, Carmela Silva engadiu que a maior afluencia de persoas que chegaron ás Rías Baixas tivo lugar dende o xoves ata o luns, co cheo absoluto, do 100%, en practicamente toda a provincia de Pontevedra.    

 Por comarcas, os datos de Turismo Rías Baixas poñen de manifesto que a ocupación hoteleira durante a Semana Santa no Salnés foi do 90,5% fronte o 75% estimado. Unha porcentaxe final que se superou en zonas do Grove, se acadou en localidades como Sanxenxo ao longo da semana e que chegou ao 100% de xoves a domingo.  

 Na comarca de Pontevedra a ocupación hoteleira acadou o 91% fronte ó 75% que tiña estimado Turismo Rías Baixas. "Ao igual que sucedeu no Salnés - segundo destacou Carmela Silva- rozouse o cheo durante os días festivos".    

 Pola súa banda, no Morrazo Turismo Rías Baixas estimaba unha ocupación do 70% e se superou o 83,33% durante toda a Semana Santa e en Caldas fronte ó 80% da estimación obtívose un resultado final do 88%.  

 A comarca de Vigo esperaba superar o 75% da ocupación hoteleira e, segundo os datos de Turismo Rías Baixas, obtívose un resultado final do 90% durante toda a semana, ascendendo ó 100% nos festivos.  

 Nas comarcas do Baixo Miño superouse o 82% (agardábase o 50%), no Condado e na Paradanta o 80% (estimábase un 55%) e no Deza e Tabeirós- Terra de Montes do 80% (esperábase superar o 60%).  

 En canto ao turismo rural, a presidenta   da Deputación de Pontevedra tamén fixou un balance positivo: "obtivemos unha ocupación do 70%,  dez puntos por riba que na Semana Santa do 2016 e ata 5 puntos máis que no verán pasado, polo que estamos a falar de datos históricos para o turismo rural das Rías Baixas". 

 Máis polo miúdo, Carmela Silva deu a coñecer a ocupación dos establecementos de turismo rural por comarcas. Así, no caso do Salnés foi do 84%, 22 puntos por riba das previsións realizadas por Turismo Rías Baixas. No caso da comarca de Pontevedra a ocupación foi do 83%,  case o dobre da estimación realizada polo organismo turístico da institución provincial.  

 A ocupación dos establecementos rurais da comarca do Morrazo foi do 66% e en Caldas do 80%. Vigo obtivo o 67% e O Baixo Miño o 80%. Pola súa banda, as comarcas do Condado e A Paradanta superaron o 67% e Deza e Tabeirós-Terra de Montes do 40%, en ambas as dúas 10 puntos máis que o previsto.  

 A Deputación de Pontevedra está a desenvolver numerosas actuacións para captara un maior número de turistas, potenciando actividades para desenvolver o turismo nas Rías Baixas, mellorando a nosa imaxe e transmitindo un novo modelo de promoción. Na actualidade a institución provincial está a ultimar a presentación do destino Rías Baixas en Lisboa, que terá lugar proximamente, e da promoción en Porto. 

EDUCACIÓN VIAL

OS VOSOS VÍDEOS

"CON RODAS OU SEN ELAS, TODOS SOMOS PEONS"

Jean Picard Mahaut (Stop Accidentes): "Non temos conciencia do risco"

fesvial

21 de abr. de 2017

COOPERACIÓN

Inauguradas as xornadas ‘A nova AECT Río Miño dende unha visión comparada: a raia e Europa’

Deputación, Concello e CIM reclaman que os fondos europeos destinados á cooperación transfronteiriza, se concedan para este fin  

A alcaldesa de Tomiño asegura que é o momento de avanzar na cooperación fronteiriza e sumar instrumentos para mellorar a vida dos cidadáns de ambas as marxes  

A presidenta da Deputación felicita aos 16 alcaldes galegos e 10 portugueses que integran a nova AECT Río Miño, e afirma que os fondos europeos para cooperación e desenvolvemento de zonas fronteirizas deben ser destinados a ese fin 

O 5 de maio celebrarase unha segunda xornada en Tui coa mobilidade transfronteiriza como eixo central
     

Autoridades e ponentes participantes na xornada, denominada ‘A nova AECT Río Miño dende unha visión comparada: a raia e Europa’
Foto: C. T.

Infogauda / Tomiño

 A Deputación de Pontevedra reúniu durante o día de hoxe en Tomiño aos máximos especialistas en Cooperación Transfronteiriza de toda Europa. A xornada, denominada ‘A nova AECT Río Miño dende unha visión comparada: a raia e Europa’, contou na sesión de apertura coa presenza da presidenta da Deputación, Carmela Silva, do deputado provincial de Cooperación Transfronteiriza, Uxío Benítez, do secretario territorial da Xunta, Ramón Pereiro, do director da Fundación Centro de Estudos Eurorrexionais Galiza-Norte de Portugal, Rubén C. Lois, do presidente da Cámara de Vilanova da Cerveira e representante do CIM Alto Minho, Joao Fernando Brito Nogueira, e a alcaldesa de Tomiño, Sandra González. Nas intervencións de apertura, tanto a presidenta da Deputación como o representante do CIM e a alcaldesa de Tomiño, coincidiron nunha reivindicación unánime, ao insistir en reclamar que “os fondos europeos destinados a cooperación transfronteiriza sexan destinados realmente á fronteira”.  

 O obxectivo deste encontro, segundo indicou o deputado Uxío Benítez, “é o de coñecer experiencias exitosas no eido da cooperación entre territorios a nivel peninsular e europeo, para extraer conclusións e poñelas en práctica na AECT Río Miño”. Benítez aproveitou ademais para anunciar que o vindeiro 5 de maio o concello de Tui acollerá unha segunda xornada, cuxo tema central será a Mobilidade Transfronteiriza. Hai que lembrar que a día de hoxe, a Deputación de Pontevedra e a Comunidade Intermunicipal do Alto Minho están á espera da aprobación oficial para a nova AECT do Miño, que busca reforzar as sinerxías existentes entre ambas as beiras do río. Neste sentido, a presidenta do ente provincial, Carmela Silva, salientou que esta Agrupación “deber ser unha ferramenta útil, de desenvolvemento para a veciñanza do territorio da AECT, que cree espazos de oportunidades, que aposten pola creación de emprego, polas infraestruturas e polo medio ambiente”.  

 Pola súa banda, Ramón Pereiro, insistiu en destacar a “homoxeneidade cultural deste territorio, o que favorece de xeito positivo a iniciativa e constitúe un elemento de unión”. O secretario territorial da Xunta fixo un percorrido polos proxectos de cooperación transfronteiriza que xa existen a nivel galego-portugués, para destacar a importancia deste tipo de iniciativas. Joao Fernando Brito Nogueira puxo en valor a necesidade de “pugnar polos dereitos do noso territorio” en referencia ao destino dos fondos europeos transfronteirizos, e na oportunidade de  “construír a partires da fronteira, coa vontade de ambas beiras do río de que a Agrupación sexa un éxito”. A esta vontade tamén se referiu a alcaldesa da localidade, Sandra González ao sinalar que “en Tomiño ao igual que no resto da raia do Miño levamos moito tempo facendo cooperación, mesmo de xeito intuitivo”. Lembrou, ademais, que Tomiño e Vilanova da Cerveira plasmaron formalmente esta cooperación fai dous anos na Carta de Cooperación Transfronteiriza. Sandra González afirmou que “agora é o momento de dar máis pasos, e esta AECT é o instrumento que nos permitirá avanzar e chegar aos lugares nos que se toman as decisións con voz propia”.  

 A Agrupación Europea de Cooperación Territorial (AECT) Río Miño, que está en proceso de constitución, inclúe 16 concellos galegos (A Guarda, O Rosal, Oia, Tomiño, Tui, O Porriño, Salceda de Caselas, Salvaterra, Ponteareas, As Neves, Mondariz, Mondariz Balneario, Arbo, Crecente, A Cañiza e Covelo) e dez cámaras do Norte de Portugal (Melgaço, Monçao, Paredes de Coura, Valença do Minho, Vila Nova de Cerveira, Arcos de Valdevez, Caminha, Ponte da Barca, Ponte de Lima, e Viana do Castelo.  

 A día de hoxe, a Deputación de Pontevedra e a Comunidade Intermunicipal do Alto Minho están á espera da aprobación oficial para a nova AECT do Miño, que busca reforzar as sinerxías existentes entre ambas as beiras do río. As distintas estruturas de cooperación transfronteiriza existentes ata o de agora, así como as iniciativas desenvolvidas nos últimas anos na zona amosan a vontade de traballar en común, de xeito que a AECT vén consolidar esta vivencia. Segundo explica o deputado de Cooperación Transfronteiriza Uxío Benítez, “a AECT Río Miño non persigue substituír nin sobrepoñerse a outras estruturas a distintas escalas, senón cooperar con elas co obxectivo de reforzar a presenza do espazo do Miño nos debates sobre a raia”.  

 Así, no camiño da posta en marcha da AECT galego portuguesa do leito fluvial do Miño, “cremos necesario organizar unha xornada de traballo na que se poidan debater os resultados obtidos ata o momento doutras AECT de maior percorrido. É necesario xa que logo aprender dos logros e tamén das debilidades doutras experiencias que sirvan de guieiro para o lanzamento e primeiros pasos da AECT Río Miño. Por iso, esta xornada pode ser de interese para todas aquelas persoas vinculadas co transfronteirizo, en especial na área do Río Miño”, subliñou Benítez.  

 Hai que lembrar que nas últimas tres décadas, e sobre todo grazas ás políticas de cooperación territorial e transfronteiriza da Unión Europea, xurdiron no espazo comunitario múltiples estruturas que buscan forxar proxectos territoriais máis alá das fronteiras dos estados-nación. Desde o 2006 foron creándose no contexto ibérico unha vintena de AECT e máis de cincuenta no espazo común. No contexto da raia galaico-portuguesa, están a actuar a Comunidade de Traballo Galicia-Norte de Portugal e a máis recente Agrupación Europea de Cooperación Territorial Galicia-Norte de Portugal (AECT-GNP), que son dous referentes da cooperación a nivel europeo.  

 Nas xornadas organizadas pola Deputación para este venres 21 de abril en Tomiño -en colaboración coa Universidade de Santiago de Compostela e o Concello de Tomiño- estiveron presentes Alfonso Rueda, conselleiro da Presidencia da Xunta de Galicia; Fernando Freire de Sousa, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvemento Regional do Norte de Portugal; Carmela Silva, presidenta da Deputación de Pontevedra; José María da Cunha Costa, presidente do CIM Alto Minho; Sandra González, alcaldesa do Concello de Tomiño; Rubén C. Lois, director da Fundación Centro de Estudos Eurorrexionais Galicia-Norte de Portugal, e Uxío Benítez, deputado provincial de Cooperación transfronteiriza.

A GUARDA

Cruz Roja Baixo Miño anima a los ciudadanos de la comarca a realizar voluntariado



Bajo el lema “El voluntariado es un Boomerang de Vida y Vuelta” se anima a la población a desarrollar actividad voluntaria.  

Las actividades donde se necesita más voluntariado son las de Intervención Social, Empleo y Cruz Roja Juventud. Con esta campaña pretendemos incrementar 10 voluntarios en la Asamblea.  

Neli Rodríguez / A Guarda

 Cruz Roja Española es una organización de voluntariado y el mejor reflejo de ello lo representan las personas voluntarias de la Institución que dedican su tiempo y esfuerzo diariamente en actividades como acompañar a las personas mayores, apoyar a niños y niñas en la realización de sus tareas escolares o socorrer a quienes necesitan ayuda urgente, sin esperar nunca nada a cambio.  

 Como reto para los próximos meses en A Guarda, Cruz Roja, quiere diversificar el perfil del voluntariado incorporando nuevos colectivos como son las mujeres que trabajan en casa, jóvenes, extranjeros y los jubilados y prejubilados que son ciudadanos en plena capacidad que necesitan y desean realizar actividades de ocio y tiempo libre, pero también estar activos y sentirse útiles. De esta forma Cruz Roja quiere que sus voluntarios sean el reflejo de la sociedad actual, de todas las edades y colectivos.   

 El compromiso humanitario del voluntariado se ha materializado cada día desde la fundación de Cruz Roja Española en 1864, con una respuesta siempre cercana a las necesidades de las personas más vulnerables.  

 Un buen ejemplo de ese compromiso humanitario lo encontramos en las más de 50.000 personas voluntarias de Cruz Roja de diferentes países que están respondiendo ante la crisis de refugiados en Europa. La asistencia sanitaria básica, la entrega de ayuda humanitaria o el apoyo psicológico, son las principales labores que realiza el voluntariado en las rutas migratorias con las personas que huyen de conflictos como el de Siria, Irak o Afganistán.  

 A nivel internacional, cerca de 17 millones de personas forman parte del voluntariado activo del Movimiento Internacional de Cruz Roja y Media Luna Roja y muchas de ellas realizan su voluntariado en situaciones de emergencia y crisis humanitarias, arriesgando en ocasiones sus propias vidas.

CAMINHA

PERCURSO PEDESTRE “ALLARIZ – AUGAS SANTAS”

Iniciativa conjunta dos municípios de Caminha e A Guarda realizada no âmbito da candidatura do “Rio Minho a Paisagem cultural da UNESCO”


Infogauda / Caminha

 Os Municípios de Caminha e A Guarda estão a promover a iniciativa “Andainas”, que consiste na promoção de vários percursos pedestres, a realizar entre março e outubro, tanto em território português como espanhol, no âmbito das iniciativas conjuntas da candidatura do Estuário do Rio Minho a Paisagem Cultural da UNESCO. O próximo, ‘Allariz – Augas Santas (Ourense)’, realiza-se dia 6 de maio.  

 Com esta iniciativa pretende-se dar a conhecer os territórios de ambas as margens do Rio Minho e promover a cooperação e o intercâmbio cultural entre os dois povos.   

 Sábado, 06 de maio, realiza-se o segundo dos percursos: ‘Allariz – Augas Santas (Ourense)’, numa distância de 15 Km. A saída de Caminha está prevista para as 07H00. Esta rota carateriza-se por um percurso em área rural, junto ao rio Arnoia, passando por pequenas aldeias até chegar à famosa Igreja de Santa Marinha de Augas Santas. Ainda vai ser possível visitar o centro histórico e a envolvente da vila de Allariz.   

 Em junho, ‘Andainas’ vai promover a ‘Rota da Ilha de Arousa’; em agosto, a ‘Romaria de S. João d’Arga’; em setembro, ‘Fortalezas do Baixo Minho’ e, em outubro, a ‘Rota das Lagoas de Bertiandos e S. Pedro d’Arcos’.   

 O custo de participação será de 12 euros por pessoa, para cada um dos percursos. Os dois municípios assegurarão o apoio logístico e o transporte dos participantes até aos pontos de partida e no regresso das etapas. As inscrições deverão ser realizadas para o mail ambiente@cm-caminha.pt ou para os telefones 258 721 708 ou 914 476 461.

A GUARDA

TURISMO

A Semana Santa na Guarda amosou uns resultados excelentes

Algúns dos establecementos indicaron que dende o martes o traballo foi continuo como nas mellores semanas de agosto


Máis de 11.000 persoas visitaron o Monte Santa Trega dende o martes ao domingo
Fotos: O.T.M.

Oficina de Turismo Municipal / A Guarda

 Pasada a semana santa e unha vez coñecidos os datos recollidos pódese afirmar que A Guarda tivo unha excelente afluencia de visitantes e turistas durante esas datas.

 Máis de 11.000 persoas visitaron o Monte Santa Trega dende o martes ao domingo. Outro aspecto a destacar é que en tan só 3 días máis de 500 persoas realizaron unha visita guiada ao Castro de Santa Trega polo que puideron coñecer con profundidade o noso castro grazas as explicacións do guía. O número de persoas que accederon ao monte e aquelas que fixeron a visitas guiadas ao castro tiveron un incremento do 30% con respecto ao ano anterior. Con motivo do centenario do MASAT tamén se organizaron visitas guiadas no Museo Arqueolóxico de Santa Trega de martes a sábado con 215 persoas. O resultado foi positivo xa que os visitantes cada vez amosan un maior interese en coñecer o monte e o museo.

As visitas guiadas no xacemento galaico - romano do Monte Santa Trega, tiveron novamente unha magnífica acollida

 En canto aos datos recollidos no punto de información turística habilitado no MASAT, Museo Arqueolóxico de Santa Trega, se atenderon a 254 persoas en 100 consultas referidas ao castro e ao monte en xeral, que visitar na Guarda e os arredores. Madrid e Castela León son as procedencias máis destacada aínda que tamén  houbo consultas de estranxeiros: Portugal, Francia, Alemaña, EEUU e Xapón. Sen esquecerse de galegos, do interior como Ourense ou Lugo. Aínda que foron numerosos os visitantes de contorna e da provincia de Pontevedra.

Visitantes accedendo pola Porta da Vila, á Fortaleza de Santa Cruz (A Guarda) 


 Outra novidade da semana santa foron as visitas guiadas ao casco histórico da Guarda. Estas visitas tiveron unha boa acollida, xa que unhas 80 persoas percorreron as nosas rúas e prazas comezando no porto pesqueiro, continuando en dirección ao casco antigo e seguir ata a Fortaleza de Santa Cruz e regreso de novo ao porto.

Grupo de persoas participando nunha das visitas guiadas polo casco histórico da vila de A Guarda


 Segundo a enquisa realizada aos establecementos hoteleiros da Guarda a ocupación foi moi positiva comparando con anos anteriores. Algúns propietarios indicaron que tiveron unha ocupación do 75 % e outros acadaron o 100 % da ocupación. Consultados os restaurantes tamén trasladaron que esta semana santa tamén foi moi positiva e que non recordan outra similar con moitos clientes dende a fin de semana anterior. Algúns dos establecementos indicaron que dende o martes o traballo foi continuo como nas mellores semanas de agosto. Outro indicou que non puideron atender a toda a demanda que se achegou.

 A combinación de bo tempo, o importante patrimonio e a excelente gastronomía demostrou que A Guarda continúa a ser un dos destinos máis visitados de Galicia.

A GUARDA

C.s. Fuscalho: Obra de Títeres desde abajo

A obra comesçará às 23:00h, às 21:00 prepararemos ceia, todo o mundo esta convidado!


C. S. Fuscalho / A Guarda

 Este sábado 22 de maio contaremos com a presença dos titiriteros mais polémicos da península, a pesar de que ésta nom fora a súa pretensiom. Os títeres de cachiporra tenhem uma origem centenaria, a súa funçom era a de rirse dos ricos e da orde estabelecida; e isso era o que pretendíam 'Títeres desde Abajo' quando representaram a súa obra em Madrid há um par de anos, quando as autoridades interromperom a funçom para acabar acusandoos de enaltecimiento del terrorismo e de ir em contra dos dereitos fundamentais. Atualmente a causa por enaltecimiento quedou arquivada definitivamente.

 A companhia de teatro Títeres desde abajo, de Granada, visita Galiza e na súa gira recala no C. S. Fuscalho. 

 A obra comesçará às 23:00h, às 21:00 prepararemos ceia, todo o mundo esta convidado!

BAIXO MIÑO

C. S. FUSCALHO: O MINHO E NÓS, II MÊS POLA CONSERVÇOM


C. S. Fuscalho / A Guarda

 Temos o prazer de apresentar-vos as atividades do II Mês Pola Conservaçom. Desta volta, todas as atividades decorreram no mês de maio, a ambos lados da raia e baixo o lema “O Minho e Nós”.  Seram oito atividades organizadas entre sete coletivos, numha aposta clara por fortalecer o tecido associativo de base no Baixo Minho. Os coletivos que vertebram as jornadas som Asociación Cultural Amigos do Mosteiro de Oia (ACAMO); a Jalleira Afea, associaçom forestal e de educaçom ambiental; ANABAM, associaçom naturalista do Baixo Minho; Coletivo sociocultural Carballas; Instituto de Estudos Miñoráns; SOS A Groba e C.S. Fuscalho.  
 Além, contaremos com um concurso fotográfico que decorrerá durante todo o mês, no que que se poderám apresentar fotografias de todas as atividades, as quais, se exporam no mês de junho no Rosal.

VILA NOVA DE CERVEIRA

Cerveira Saudável - Caminhada Solidária a favor da LPCC

23 abr '17
09H00
Parque de Lazer do Castelinho


Infogauda / Vila Nova de Cerveira

 Associando-se uma vez mais à causa solidária da LPCC, o Município cerveirense, em parceria com o Citius Fit, desafia a população a caminhar para ajudar quem precisa. Para além do caráter solidário, esta atividade conjuga a importância da prática de exercício físico para a adoção de um estilo de vida saudável aos inúmeros espaços de lazer e desportivos espalhados por Vila Nova de Cerveira.  

 Os interessados devem efetuar inscrição nos SMIS ou no próprio local, cuja receita reverte na totalidade para aquela instituição.  

Inscrição: 3€

ECONOMÍA

Hoy se cumplen tres meses desde que el Gobierno publicará el RD sobre cláusulas suelo

Los nuevos abusos de la banca con la devolución extrajudicial de las cláusulas suelo

·         Popular, Unicaja y Sabadell dejan pasar el tiempo sin contestar a sus clientes, según reclamador.es


·         BBVA sigue reiterando la transparencia de sus cláusulas suelo y no estudia la reclamación del afectado


·         Todavía queda un mes de plazo para los primeros clientes afectados que presentaron las reclamaciones extrajudicialmente para la devolución del dinero pagado de más, pero nada indica que los bancos vayan a cambiar de actitud, según reclamador.es

Cristina Naveda / Madrid

Hoy se cumplen tres meses desde que entrara en vigor el Real Decreto del Gobierno sobre las cláusulas suelo que pretendía avanzar en las medidas dirigidas a la protección a los consumidores, pero transcurrido este tiempo la realidad es que el proceso no ha hecho sino enmarañarse, aún más, si cabe. El RD estableció las pautas para favorecer de manera extrajudicial la devolución de las cantidades indebidamente pagadas por el consumidor con retroactividad total, como exigió en diciembre el Tribunal Superior de Justicia de la Unión Europea (TJUE). No obstante, reclamador.es ha detectado que desde enero la banca sigue empecinada en bloquear el reintegro del dinero que adeuda a sus clientes.

La compañía líder en reclamaciones online en España denuncia este tipo de prácticas y explica a continuación por qué la justicia es la única garantía de obtener el total de lo que el banco cobró de más con las cláusulas suelo, ya que aunquelas entidades han puesto en marcha sus sistemas para recibir las reclamaciones extrajudiciales, no hay constancia de que después de este tiempo estén teniendo impacto real, al ser muy pocas las soluciones aportadas a los afectados.

1. Sin acuse de recibo

Muchas oficinas recogen las reclamaciones sin dar acuse de recibo y así el cliente no puede demostrar que ha intentado una solución extrajudicial si el banco no contesta. Lo mismo sucede con algunas webs de algunas entidades. reclamador.es ha detectado que en otros casos son los propios empleados de las entidades bancarias los que evitan que los afectados puedan poner una reclamación oficial y por escrito. Alegan que ellos mismos pueden solucionar el problema sin interponer una reclamación. Al ser una práctica muy generalizada, reclamador.es sospecha que esta actitud se puede deber a instrucciones recibidas por parte de la dirección del banco.

La compañía online de reclamaciones recuerda que los usuarios deben insistir en obtener un acuse de recibo de la reclamación para que comience a contar el plazo de tres meses que el banco tiene para contestar, según está estipulado en el RD.

Un ejemplo de esta práctica es BBVA

Es el caso de Paula García, que reclamó al BBVA el pasado 1 de marzo pidiendo la devolución de las cantidades pagadas por la cláusula suelo y solicitando a su vez la devolución de los gastos de formalización. Paula recibió contestación el 6 de abril por parte del banco donde únicamente se hacía referencia a los gastos de formalización, por lo que al presentar la reclamación en la página web, no obtuvo ningún resguardo de que ha reclamado también por la cláusula suelo. En este sentido, Paula no puede demostrar ante un juez la mala fe del banco para que éste lo condene al pago de las costas del juicio, si el banco se allanase nada más presentar la demanda, pues no hay ningún documento donde así quede acreditado.

2. Indicar que los plazos de respuesta son orientativos

El Real Decreto indica que el plazo máximo para que consumidor y banco lleguen a un acuerdo es de tres meses y que empieza a contar desde la presentación de la reclamación, o desde el 20 febrero si se presentó antes.

Sin embargo, Caixabank no hace caso al RD en este aspecto. Por ejemplo, en el modelo de reclamación que el banco  presenta en su página web indica lo siguiente:

“Si usted no recibiera respuesta en el plazo señalado no significa que su solicitud haya sido denegada: es voluntad de la entidad cumplir con los plazos previstos”.


3. Asustar a los clientes si acuden a la vía judicial

reclamador.es ha podido comprobar que los bancos no ofrecen la información del proceso del RD de manera completa ni tampoco lo que supone acudir directamente a la vía judicial. Las entidades tratan de amedrentar a los clientes con la posibilidad de que se les impongan las costas del juicio si no presentan primero la reclamación extrajudicial. La compañía recuerda que el Real Decreto no recoge nada en ese sentido y que además no está sucediendo en los juzgados.

El RD sólo se pronuncia sobre las costas cuando el banco se allana ante la demanda, si previamente no se ha presentado una reclamación extrajudicial, o si el afectado rechazase una propuesta de acuerdo del banco.

4. No entregar la documentación que solicita el afectado

Son numerosos los problemas que tienen los afectados cuando acuden a sus entidades a solicitar documentación sobre su hipoteca para tener un asesoramiento independiente. Así, pedir copia de la escritura o recibos se está convirtiendo en una misión imposible, según reclamador.es. Por ello, la compañía recomienda exigir esta documentación por escrito y con acuse de recibo, ya que los bancos tienen la obligación de facilitarla en un plazo máximo de 2 meses.

Antonio Fernández, cliente de reclamador.es, quiere acudir a la vía judicial. Para presentar su demanda por cláusula suelo contra BBVA la entidad ni siquiera le ha contestado a sus correos electrónicos en los que solicitaba cierta documentación. Cansado de esperar acudió a su sucursal y allí solo le entregaron dos recibos. Él necesitaba un extracto del préstamo del año 2012.

5. Pedir que se haga una segunda reclamación extrajudicial a quién ya hizo una en el pasado

Hay afectados que ya habían presentado una reclamación al Servicio de Atención al Cliente de su banco antes de que se publicase el Real Decreto el pasado 21 de enero, y han tenido una respuesta negativa de la entidad. En estos casos el banco ya ha tenido oportunidad de solucionar el problema y no lo ha hecho. Pero ahora siguen insistiendo en poner una segunda reclamación amparada en el RD para retrasar la solución.

reclamador.es recuerda que si ya se ha presentado una reclamación en el pasado y el banco no ha accedido a devolver el dinero, no hay que pasar nuevamente por el proceso.

Es el caso de Rafael Gómez que presentó su reclamación al Servicio de Atención al Cliente de BBVA el 11 de enero, antes de la publicación del Real Decreto, y por lo tanto el banco debía contestar antes de 2 meses y debía tener contestación el 11 de marzo para tomar la decisión de seguir por la vía judicial si el banco no devolvía todas las cantidades. Pero el banco le contestó que reconducía su reclamación a través del servicio que atiende las reclamaciones del RD y que debe esperar hasta el 20 de mayo. Una muestra más de que el banco busca retrasar la solución de este tipo de casos.

6. Devolución del dinero a cambio de hipotecas a tipo fijo

Unicaja, grupo al que pertenecen los préstamos de la antigua Caja Duero, sigue ofreciendo a clientes “acuerdos inaceptables”, según reclamador.es, ya que les solicitan que renuncien a acciones legales a cambio de modificar su hipoteca a un tipo fijo. Estos son los mismos acuerdos que la banca trataba de colar a sus clientes antes del RD y constituyen un “abuso”, según matiza la compañía de reclamaciones.

Es lo que le ofrecieron a Luz María después de anunciar que pretendía demandar a la entidad. Recibió una oferta por parte del banco para evitarlo, pero cambiando su hipoteca a un tipo fijo del 1,7%. Según ha comprobado reclamador.es, actualmente Luz María no debería pagar más de un 1% en su cuota.

7. BBVA reitera la transparencia de sus cláusulas suelo y no estudia siquiera la reclamación del afectado

La entidad presidida por Francisco González está denegando muchas reclamaciones alegando que comercializó sus préstamos hipotecarios con cláusula suelo de forma transparente. Para ello, el banco utiliza contestaciones modelo donde no entra a analizar el caso concreto. Incluso, BBVA deja visible en sus contestaciones el tipo de modelo usado en la contestación "Modelo 0bis v1", "Modelo 2bis v2", etc. Estas marcas son visibles en la parte inferior de las contestaciones.

En el caso de Javier Rivero que recibió contestación el 6 de abril en la que se le denegaba una solución. Por eso mismo, iniciará la vía judicial en los próximos días.  

Asimismo, BBVA deniega también algunas reclamaciones con otros argumentos, como los casos en los que los hipotecados cambiaron su hipoteca en otro banco por una hipoteca en BBVA. En estos casos el banco indica que no acepta la reclamación porque “el suelo fue resultado de un acuerdo individualizado de subrogación". Según reclamador.es, es llamativo que para argumentar un acuerdo individualizado el banco conteste con un modelo sin entrar a explicar en qué consistió esa negociación ni en qué basa sus argumentos.

Es el caso de María Gómez que tuvo su contestación el 31 de marzo de 2017.
  
8. Confundir a los no consumidores
El RD del Gobierno limitó su aplicación a consumidores. Los no consumidores (por ejemplo, aquellas personas que usaron la hipoteca para un negocio) deben, por lo tanto, acudir directamente a la vía judicial para resolver sus reclamaciones. Pero los bancos, en lugar de informar de este hecho convenientemente a los usuarios, los convencen para presentar la reclamación extrajudicial cuando la respuesta, más adelante, será negativa. Con esta estrategia, las entidades dilatan en el tiempo, una vez más, la devolución del dinero.

Eso es lo que le pasó a Francisco Pérez, que a instancias de los empleados de su oficina presentó la reclamación extrajudicialmente. Ya ha obtenido una contestación por parte del BBVA en la que el banco le indica que queda excluido por no ser considerado consumidor.

Pero además el banco trata de desalentar a este cliente para seguir reclamando judicialmente alegando que las diferentes sentencias que se han pronunciado sobre la cláusula suelo se refieren en todos los casos a titulares de operaciones concedidas a personas físicas y consumidores en las que la cláusula suelo aplicó y que quedan excluidas las reclamaciones de personas jurídicas y de personas físicas que no tengan finalidad profesional.

Asimismo, reclamador.es ha ganado varios casos de cláusula suelo de empresas o personas físicas no consumidoras.

Por ejemplo, Andrés Martín ganó su caso de cláusula suelo contra Caja Rural de Jaén el pasado enero. En su caso el préstamo estaba a nombre de su empresa, una carpintería metálica. El banco tuvo que devolverle 2.782,79 €.

IriaAguete, responsable de Banca de reclamador.es, “hemos detectado que pocos bancos han mostrado voluntad negociadora con sus clientes. BBVA sigue ofreciendo muy pocos acuerdos y buscando excusas en sus contestaciones a pesar de sus anuncios públicos de que solucionaría el problema. Pero no es el único en bloquear el cumplimiento del RD: otros como Popular, Sabadell y Unicaja no dan ninguna solución razonable a sus clientes. Tres meses después se confirman nuestras sospechas de que el RD está diseñado para que los bancos puedan alargar el proceso de devolución”.

reclamador.es ha asesorado a más de 20.000 clientes en reclamaciones a bancos y es la única compañía que ofrece un estudio gratuito online de cláusula suelo a los usuarios sin adelantar ningún tipo de gasto y sin moverse de casa.

Pablo Rabanal, fundador y CEO de reclamador.es, aconseja a los afectados: “poner el caso en manos de profesionales que velen por sus derechos de la mejor manera, que no soliciten adelantar dinero para iniciar los trámites y que trabajen a éxito. En ese sentido un servicio online hace que el proceso sea más ágil y fácil ya que la comunicación se realiza a través de Internet”.
  
Los nombres de los clientes de reclamador.es ofrecidos en el texto son ficticios para proteger su identidad.